
A Cidade e as Ilhas
Apercebíamos-nos delas de relance, ao passar por um velho portão de ferro, entreaberto para o passeio. Prolongavam-se infinitamente por uma

Apercebíamos-nos delas de relance, ao passar por um velho portão de ferro, entreaberto para o passeio. Prolongavam-se infinitamente por uma

No silêncio da madrugada, ouve-se a batida rítmica de um martelo. Junta-se o grito estridente da serra a cortar a

Chegam à cidade de madrugada, em carrinhas velhas, carregadas. Alinham-se nos passeios iluminados pelo sol do meio-dia, sentados no chão

Há sempre uma velhinha que vive no último andar dos prédios vazios da cidade. No último tramo da escada, os

– O prédio está praticamente vendido (é p’ra uns senhores de Lisboa), mas se a menina quiser ver eu mostro-lhe.

O céu da cidade é atravessado pelos gritos das gaivotas, o azul rasgado pelas suas asas com lembranças de mar.
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